Existe uma fronteira tênue onde o código de computador encontra a poesia. É nessa linha de falha que habito.
Com formação híbrida em Tecnologia da Informação e Letras, não vejo distinção entre construir um software e narrar um conto. Ambos são atos de invocar ordem a partir do caos.
Minha escrita nasce da "Cidade Anômala" — uma metáfora viva para minha convivência com a distonia e a dor crônica. Onde o corpo impõe limites, a mente projeta infinitos. Meus contos e ensaios são artefatos cognitivos que provam que a consciência humana, quando puxada pelo futuro ("Teoria do Tempo Puxado"), pode transcender qualquer barreira biológica.
O site que você navega não é apenas um portfólio. É uma extensão da minha memória. Cada linha de código foi pensada para ser leve, cada palavra para ser pesada. Aqui, a arquitetura gótica encontra a eficiência digital.
Seja bem-vindo à Necrópole. Aqui, os mortos não falam; eles processam dados.